
Anakin criança nos prequels: a decisão que salvou Star Wars
A decisão de apresentar Anakin criança nos prequels em Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma permanece uma das mais controversas da trilogia prequel. No entanto, 20 anos após A Vingança dos Sith, fica claro que essa escolha foi absolutamente essencial.
George Lucas sabia que precisava humanizar Anakin desde cedo, criando uma conexão emocional profunda com o público.

Ver Anakin como um menino inocente, vivendo como escravo em Tatooine, reforça a tragédia de sua jornada. Ao invés de um adolescente rebelde, encontramos uma criança esperançosa e gentil, tornando sua eventual queda para o lado sombrio muito mais impactante. Sem essa introdução, seria difícil enxergar qualquer possibilidade de redenção para ele em O Retorno de Jedi.
Ver Anakin criança nos prequels como um menino inocente, vivendo como escravo em Tatooine, reforça a tragédia de sua jornada. Além disso, ao invés de um adolescente rebelde, encontramos uma criança esperançosa e gentil, tornando sua eventual queda para o lado sombrio muito mais impactante. Sem essa introdução, portanto, seria difícil enxergar qualquer possibilidade de redenção para ele em O Retorno de Jedi.
Mostrar sua vulnerabilidade desde pequeno reforça a mensagem central de Lucas: até os mais puros podem ser corrompidos pelas circunstâncias.

Anakin Skywalker criança nos prequels não foi um erro, mas uma jogada estratégica. Sem isso, sua redenção seria menos crível e o impacto emocional da saga se perderia. Pode até ter sido uma escolha polêmica, mas foi o que salvou Star Wars.
E você, mesmo depois disso, acha que ver Anakin criança nos prequels tornou sua redenção mais emocionante ou preferia que ele já fosse um adolescente rebelde desde o início? Comente abaixo e compartilhe sua opinião!